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Foz do Iguaçu, Paraná    º ↓º    21 Mar | 23h43
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21 Mar | 09:13:12

Fyre Festival - O grande evento que nunca aconteceu



Promovido por celebridades, como as modelos Kendall Jenner, Bella Hadid, Alessandra Ambrósio e Hailey Baldwin a promessa era de uma festa paradisíaca durante dois fins de semana de abril/maio em uma ilha nas Bahamas. 
Os pacotes? Custavam cerca de US$ 100 mil com acomodações de luxo e o melhor da comida, arte, música e aventuras na ilha caribenha. Só que em vez disso, os participantes encontraram algo bem diferente: tendas de acampamento, colchões colocados no chão encharcados pela chuva e no lugar de um banquete gastronômico sanduíches com duas fatias de queijo, alface e tomate. 


O documentário foca no planejamento desastroso do festival organizado pelo empresário americano Billy MC Farland que foi condenado a 6 anos de prisão por fraude. O Fire Festival foi apoiado por influenciadores ricos do instagram tinha tudo para ser um sucesso, mas foi uma das maiores fraudes envolvendo nomes de celebridades, participantes e trabalhadores gravemente traumatizados pela experiência.


CONFIRA O QUE DISSE CHRIS SMITH, DIRETOR DO DOCUMENTÁRIO:
Os organizadores tiveram de seis a oito semanas para realizar algo que deveria ter levado quase um ano. Mas o mais surpreendente para mim foi ir às Bahamas e ver as consequências do que foi deixado para trás, o efeito sobre as pessoas de lá.
Fyre Festival não foi apenas uma experiência traumática para as pessoas que pagaram pela festa, também teve um forte impacto sobre a população local que ajudou os organizadores a preparar o evento.
O Fyre tinha um padrão tão alto que eu acho que ninguém poderia ter desconfiado que não daria certo.
Uma dona de restaurante conta no documentário que desembolsou US$ 50 mil do próprio bolso para fornecer alimentação para o festival.
Eles contaram com grande parte da comunidade local para tentar fazer o festival. Havia centenas de pessoas trabalhando.
Ela usou grande parte de suas economias para tentar honrar o compromisso que tinha feito com eles. No fim das contas, quando tudo desmoronou, todo mundo foi embora. E ela ficou para trás para lidar com isso.

 

Ninguém voltou para cuidar disso. As pessoas seguiram em frente e voltaram a viver suas vidas em Nova York, não assumiram a responsabilidade por suas ações. O organizador Billy McFarland não pagou os trabalhadores da ilha por seu tempo ou recursos dedicados.
Ele não está no documentário. Chris diz que ele se recusou a ser entrevistado, a menos que recebesse pagamento pelo seu tempo. Segundo a produção do documentário a ideia de beneficiar o autor da fraude depois que tantas pessoas foram feridas com base no que ele fez não seria ético nem justo. 

 

O rapper Ja Rule, que foi inicialmente apresentado como co-organizador do evento, não foi preso ou acusado de conexão com a fraude. Seus advogados argumentaram que McFarland usou o nome e as conexões do artista para promover o festival.
Um blogueiro ganhou um processo de US$ 2,5 milhões contra McFarland - mas prevê uma espera de até 20 anos para receber o dinheiro, já que o fraudador deve pagar US$ 27 milhões aos investidores antes de quitar outras dívidas.
Não acho que o caso de McFarland termina por aqui - de maneira alguma.
 


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