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Uma taça de vinho!



Cartas de restaurantes, prateleiras de adegas.  Que o vinho é uma das bebidas mais apreciadas já sabemos, mas será que todo mundo sabe fazer a escolha que mais agrada ao seu paladar?

Preparamos um guia com 6 dicas infalíveis para você nunca mais errar na compra!

 

A ocasião/refeição: uma festa, uma reunião, um jantar. A escolha do vinho deve ser sempre baseada na ocasião em que ele será servido. Vinhos brancos, rosés e espumantes são associados a verões e celebrações. Os tintos são bastante consumidos em dias mais frescos e acompanhados por refeições já os doces e licorosos combinam com sobremesas.

Local da compra: encontrar um bom local para compra é tão fundamental quanto saber escolher o vinho. Isso tem uma relação direta com a preservação e qualidade. Para preservar bem os vinhos e garantir que envelheçam com saúde é importante que o comerciante seja cuidadoso com a limpeza do local, armazenamento e exposição do produto. O mesmo vale para os cuidados em casa, evitando ao máximo a exposição da luz solar ou artificial.

Visual: é importante avaliar a qualidade da embalagem e a aparência do produto.

Capsula e rolha: O vinho deve estar com a cápsula (aquela capinha metálica que envolve o gargalo da garrada e a rolha) sem danos. A rolha não pode ter ultrapassado o bico da garrafa, caso esteja saltada pode indicar entrada de ar na garrafa oxidando o vinho.

Quantidade de líquido: Se houver muito espaço entre o vinho e a rolha pode indicar vazamento ou oxidação.

Cor: Vinhos brancos muito amarelados e vinhos tintos jovens de cor âmbar também podem indicar oxidação ou defeito na bebida.

Pontuação: O sistema de pontuação é utilizado no mundo todo, em diferentes formatos. Surgiu para padronizar a classificação de vinhos por meio de notas com base em suas qualidades – olfativa, gustativa, aspecto visual, etc. A classificação atribui aos vinhos notas de 50 a 100 pontos. Basicamente a intenção geral é: de 50 a 59 são considerados vinhos pobres, de 60 a 69 abaixo da média, entre 70 e 79 vinhos médios, de 80 a 89 os bons, de 90 a 95 os ótimos e de 96 a 100 os extraordinários.

Rótulo: o rótulo é a certidão de nascimento do vinho e entende-lo é fundamental para você saber exatamente o que está comprando. Vale prestar atenção a algumas informações. Detalhamos as principais:

Variedades de uvas. A melhor opção é escolher o vinho de acordo com as uvas que melhor representam o país:

  • Cabernet Sauvignon no Chile
  • Malbec na Argentina
  • Merlot no Brasil
  • Pinotage na África do Sul
  • Riesling na Alemanha
  • Sangiovese na Itália
  • Sauvignon Blanc na Nova Zelândia
  • Shiraz na Austrália
  • Tempranillo na Espanha
  • Touriga Nacional em Portugal

Região de origem. Geralmente quanto mais específica a região de origem, mais refinado é o vinho e maior o seu preço. Esse fator impacta na qualidade uma vez que há regiões com clima e solo considerados ideais para o cultivo de determinadas uvas.

Safra. Já ouviu falar: quanto mais velho o vinho, melhor. Essa afirmação é válida apenas para os vinhos de guarda, aqueles já elaborados pensando em seu envelhecimento, para consumo nos próximos 10, 20 ou 30 anos. A estimativa é que apenas 10% dos vinhos sejam de guarda. De modo geral, a maioria dos vinhos brancos e rosés precisam ser consumidos dentro de 2 ou 3 anos e os tintos em até 5 anos.

Denominação de origem. É considerado o selo de qualidade concedido por instituições governamentais. As vinícolas com o selo tem a reputação elevada. Veja algumas das denominações:

  • AOC – Appellation d’Origine Contrôlée (França)
  • DO – Denominación de Origen (Espanha) e Denominação de Origem (Brasil)
  • DOC – Denominação de Origem Controlada (Portugal) e Denominazione di Origine Controllata (Itália)
  • DOCG – Denominazione di Origine Controllata e Garantita (Itália)
  • QBA – Qualitätswein Bestimmter Anbaugebiete (Alemanha)

Maturação e envelhecimento. Em alguns países, vinhos que passaram por algum período de amadurecimento em barris de carvalho e envelhecem na própria garrafa recebem nos rótulos os termos Risierva, Reserva e Gran Reserva.  Normalmente estes vinhos tem um valor superior considerando que teve um cuidado maior em sua produção.

Preço. Ninguém investe muito dinheiro em um produto que não conhece por isso pessoas que não tem tanta familiaridade assim acabam fazendo do preço o principal critério na hora da escolha. Vale considerar, que não é porque um vinho é caro que será bom. Tudo depende do seu paladar e do que procura.


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